Uma decisão recente do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, que abrange Pará e Amapá, resultou na condenação de uma instituição bancária por práticas de litigância predatória reversa. Este veredicto estabelece um precedente significativo e serve como um aviso importante para o setor bancário. A sentença destaca que, embora o direito de defesa seja legítimo, ele não deve ser utilizado como meio de atrasar processos judiciais.