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Renegociação de Dívida Rural em Bauru

Orientação jurídica para produtores rurais de Bauru e região com dívidas bancárias: análise de contratos e cédulas, pedidos de prorrogação, revisão de encargos e defesa em execuções.
OAB Ativa
Desde 1990
8 Áreas de Atuação
9 Advogados
Sobre o serviço

Caminhos para reorganizar a dívida rural

A renegociação de dívida rural é o conjunto de medidas jurídicas para reorganizar financiamentos e cédulas de crédito rural quando a capacidade de pagamento do produtor é afetada, seja por negociação direta com bancos e cooperativas, seja pelo exercício de direitos previstos nas normas do crédito rural. Em Bauru, a Marquesini Advocacia Empresarial analisa os contratos, as garantias e a situação da safra para indicar as alternativas cabíveis em cada caso.
A Súmula 298 do Superior Tribunal de Justiça reconhece que o alongamento da dívida originada de crédito rural é direito do devedor, e não mera faculdade do banco, quando preenchidos os requisitos legais. O Manual de Crédito Rural também prevê a prorrogação quando a capacidade de pagamento é comprometida por frustração de safra, fatores climáticos ou dificuldades de comercialização, desde que haja comprovação. Por isso, documentar a safra e as perdas é fundamental.
Renegociação de Dívida Rural: ajustes que podem melhorar o caixa do produtor
Nossos Serviços

Como atuamos na dívida rural

O trabalho começa pela análise dos documentos e segue para a negociação ou para as medidas judiciais cabíveis, sempre conforme a situação concreta do produtor.

Análise de contratos e cédulas

Leitura técnica de cédulas de crédito rural, CPRs, aditivos e garantias, com levantamento de encargos, vencimentos, origem dos recursos e cláusulas relevantes.

Prorrogação e alongamento

Pedido de prorrogação fundamentado no Manual de Crédito Rural e na Súmula 298 do STJ, com provas da frustração de safra ou das dificuldades de comercialização.

Revisão de encargos

Verificação de juros, multas, capitalização e tarifas cobrados, com questionamento de valores em desacordo com o contrato ou com as normas do crédito rural.

Negociação com bancos e cooperativas

Condução de tratativas com instituições financeiras, cooperativas e tradings para buscar novos prazos, carência ou recomposição do saldo devedor, com formalização adequada do acordo.

Defesa em execuções

Atuação em execuções de cédulas de crédito rural e CPR, com embargos, exceção de pré-executividade e questionamento de valores, garantias e procedimentos adotados pelo credor.

Proteção do patrimônio rural

Defesa contra penhoras indevidas, incluindo a impenhorabilidade da pequena propriedade rural trabalhada pela família, prevista no art. 5º, XXVI, da Constituição.

Perguntas Frequentes

Dúvidas Frequentes

Quando os requisitos legais estão preenchidos, sim: pela Súmula 298 do STJ, o alongamento da dívida originada de crédito rural é direito do devedor, e não mera faculdade da instituição financeira. O Manual de Crédito Rural prevê a prorrogação quando a capacidade de pagamento é comprometida por frustração de safra, fatores climáticos ou dificuldades de comercialização, mediante comprovação. Cada operação deve ser examinada individualmente, pois o tipo de contrato, a documentação e o momento do pedido fazem diferença.
A renegociação começa pela análise dos contratos, das garantias e da capacidade real de pagamento do produtor, seguida de uma proposta fundamentada ao banco ou à cooperativa. Quando houver frustração de safra ou problemas de comercialização, o pedido deve vir acompanhado de provas, como laudos técnicos e registros de produção. Todo acordo deve ser formalizado por escrito, com atenção a novos encargos, garantias adicionais e cláusulas de vencimento antecipado.
O primeiro passo é reunir provas da perda, como laudos agronômicos, registros climáticos, dados de produtividade e comunicações de sinistro ao seguro ou ao Proagro, e buscar orientação antes do vencimento. Com esses documentos, é possível pedir a prorrogação prevista no Manual de Crédito Rural para casos de frustração de safra. Cada caso deve ser avaliado individualmente, considerando o tipo de operação e as garantias envolvidas.
Sim, é possível pedir a revisão quando há cobrança de encargos em desacordo com o contrato, com o Decreto-Lei 167/1967 ou com as normas do crédito rural. A análise compara as taxas e tarifas aplicadas, a forma de cálculo, as multas e os valores já pagos com o que foi pactuado e com as regras vigentes. A revisão pode ser buscada em negociação com o credor ou em juízo, inclusive como matéria de defesa em execução.
A pequena propriedade rural, assim definida em lei, desde que trabalhada pela família, não pode ser penhorada para pagamento de débitos decorrentes de sua atividade produtiva, conforme o art. 5º, XXVI, da Constituição. Para aplicar essa proteção, é preciso demonstrar no processo o enquadramento como pequena propriedade e a exploração pela família. Na defesa em execução, esse ponto é analisado com as demais alegações cabíveis.
É recomendável procurar orientação assim que surgir dificuldade de pagamento, de preferência antes do vencimento das parcelas, quando há mais alternativas de negociação e prazo para reunir provas de perdas de safra ou de comercialização. Também é importante buscar atendimento ao receber notificação de cobrança, citação em execução ou proposta de acordo do banco. A Marquesini Advocacia atende produtores rurais de Bauru e região nessas situações.

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